Texto: Luciana Coelho para a Folha de São Paulo No dia 12 de dezembro, notei algo estranho na minha página do Facebook. Na “timeline”, encadeavam-se apenas publicações de amigos —crianças sorrindo, viagens aos montes, êxitos profissionais, pratos elaborados, textões politizados, a ladainha de sempre. Algo familiar sumira dali: as notícias. Ou melhor, havia algumas, todas compartilhadas por amigos ou promovidas mediante pagamento pelos veículos que…
